Wow. Acabei de ver um episódio de South Park, que foi ao ar em Março, mas só hoje jogou na minha cara um óbvio que eu não tinha percebido: os Jonas Brothers se fazem de certinhos para vender sexo para crianças!
No episódio “The Ring”, o Kenny arranja uma namorada que é meio safada, mas que se torna uma beata depois de receber um “anel de pureza” dos Jonas Brothers. Enquanto Kenny vive uma vida de casado, seus amigos descobrem a verdade e tentam desmascarar o terrível arquiteto deste plano maléfico.

Sexo! Sexo! Sexo!
South Park continua interessante como nunca, apelando algumas vezes, mas seus maiores acertos são quando eles encontram uma pérola dessas e não tem medo de fazer o que fazem melhor: uma sátira sem limites, que ao romper as fronteiras da moral dos expectadores os fazem pensar por ângulos diferentes. Ou, pelo menos, dar risadas loucas por uma meia hora. No meu caso funciona para as duas coisas!
Aí está a marca do humor que informa e transforma. Temos exemplos bem tupiniquins, como o Pasquim de outrora e o CQC de nossos dias, jogando o óbvio na cara de quem espera uma risada.
Talvez ao enxugar uma lágrima depois do riso algumas pessoas notem que não foi somente a piada ou as personagens que a fizeram rir, mas a violação das fronteiras da sua percepção que até então era condicionada pelo noticiário sério/oficial. E este é um bom humor (trocadilho não intencional, hehe…).
